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PF troca chefia de caso que envolve INSS e Lulinha; Mendonça e oposição cobram explicações

A Polícia Federal trocou a coordenação dos inquéritos da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes envolvendo o INSS e motivou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).A mudança motivou a oposição no Congresso Nacional a acionar a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a protocolar um requerimento de convocação do diretor-geral da PF para dar explicações.

Sabesp rompe duto de gás em Itaquera, na zona leste de SP, três dias após explosão no Jaguaré

Equipes da Sabesp romperam uma tubulação da Comgás na zona leste de São Paulo, causando vazamento de gás na quinta-feira (14), três dias após a explosão no bairro Jaguaré, zona oeste da capital paulista, que causou a morte de dois homens.A perfuração mais recente ocorreu na rua Senador Amaral Furlan, no bairro Parada XV de Novembro, região de Itaquera.

FBI oferece R$ 1 milhão por ex-agente acusada de espionagem para o Irã

O FBI anunciou nesta quinta-feira (14) uma recompensa de US$ 200 mil (cerca de R$ 1 milhão) por informações que levem à prisão de Monica Witt, ex-agente de contrainteligência dos EUA acusada de espionagem para o Irã.Escritório do FBI em Washington disse que a recompensa vale por pistas que resultem na captura de Witt.

Dino abre apuração sobre emendas para produtora do filme de Bolsonaro

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15) a abertura de uma investigação preliminar para apurar o envio de emendas parlamentares para organizações não-governamentais (ONGs) ligadas à produtora responsável pelas gravações da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração vai tramitar de forma sigilosa.

Moraes vota para tornar réus ex-chefe da Polícia Civil e delegado por obstrução no caso Marielle

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta sexta-feira (15) para tornar réus o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros Pinto (Marquinho DH), sob acusação de associação criminosa e obstrução de Justiça no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL).Em seu voto, Moraes afirmou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) descreveu detalhadamente as condutas criminosas do trio, que estaria organizado com outros agentes para praticar crimes, dentre eles obstruir a investigação de homicídios, incluindo a morte de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018.